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Mitidieri vai ao Ministério do Desenvolvimento Regional por auxílio a municípios castigados pela chuva

17 Julho

O deputado federal Fábio Mitidieri (PSD) se reuniu, nesta quarta-feira (17), com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, para tratar sobre a situação de Sergipe com as chuvas que estão atingindo o estado, em especial as cidades de Riachuelo, Santa Rosa de Lima e Japaratuba. As três cidades decretaram estado de calamidade pública e preocupam autoridades e a sociedade sergipana.

O parlamentar defendeu que uma aproximação maior com o governo federal neste momento é necessária. “Nossa ideia era mostrar a real situação ao ministro para que fosse agilizada a liberação de recursos para ajudar os municípios afetados”, explicou Mitidieri. Riachuelo já recebeu ajuda do governo no valor de R$ 600 mil. Santa Rosa e Japaratuba devem receber o mesmo valor nos próximos dias.

As três cidades citadas anteriormente não são as únicas que sofrem com chuvas e enchentes. Por todo Sergipe há registros de elevação do nível de rios e de pessoas tendo suas casas invadidas pela água. Contudo, esses são os casos mais graves e que ganharam mais atenção nos noticiários. 

Além disso, segundo o Secretário Nacional da Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, ainda está sendo feita uma análise para saber quantas casas foram afetadas pelas enchentes. Assim, um plano poderá ser feito para a reconstrução delas, respeitando as orientações da Defesa Civil, como reconstruí-las longe das margens dos rios, por exemplo.

Mitidieri lembrou que a situação é muito grave no estado, e que as mudanças climáticas, por mais que sejam conhecidas, às vezes pegam as pessoas desprevenidas. “O estado recebeu um volume de chuvas que ninguém esperava. E a gente vê que não foi possível conter essa água por falta de preparo. Tivemos uma seca terrível no último ano, e agora as chuvas foram fortíssimas. Se houvesse um plano para conter essa água toda, poderia até estocar para períodos de seca”, analisou.

Além da situação imediata, com a água ainda alta causando transtornos e prejuízos aos habitantes das cidades, ainda há a preocupação com o período que vem após as águas baixarem. “Quando a chuva passa, temos outros problemas, como a limpeza e a questão do saneamento básico. A saúde das pessoas corre o risco pelo contato com a água não tratada, e essa é também uma preocupação nossa”, observou Mitidieri. “No que depender de mim aqui em Brasília, estarei à disposição”, concluiu.

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